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De acordo com Deisiane Delfino, geógrafa e coordenadora geral do Instituto Carijós, o evento superou expectativas. “Unir em um mesmo espaço órgãos como ICMBio, FATMA e FLORAM* para discutir sobre as unidades de conservação catarinenses foi um grande passo. Isso, aliado à presença de representantes de RPPNs e ONGs ambientalistas representa o início de um trabalho em rede em prol das unidades de conservação e do fortalecimento das parcerias”.  
 
Lúcia Gomes Vieira Dellagnelo, coordenadora geral do ICom (Instituto Comunitário da Grande Florianópolis) falou sobre a importância da construção de redes para o desenvolvimento de trabalhos e apresentou a gestão compartilhada como um modelo ativo e operacional. As discussões abordaram temas como as mudanças de paradigmas dentro do terceiro setor e a necessidade de haver integração e colaboração entre gestores e comunidades que habitam o entorno das UCs. 

Segundo Simão Marrul Filho, engenheiro de pesca e analista ambiental do IBAMA, a gestão compartilhada efetiva envolve a participação popular. O poder público e a sociedade civil não devem ser agentes antagônicos. “A população precisa contribuir na criação, no desenvolvimento de metas e na gestão de uma unidade de conservação. Faz-se fundamental a geração de uma consciência de pertencimento da comunidade junto ao espaço correspondente às unidades. Este princípio revela o povo como ator do processo”, diz.

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