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Segundo Marcelo Kammers, analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a quantidade de detrito encontrada na região é alarmante. “Já vimos de latas e garrafas de vidro a móveis e utensílios domésticos como sofás e televisões. Durante a atividade, colhemos cerca de 30 sacos de lixo”, afirma. “Quando um cidadão joga um papel de bala enquanto caminha na Avenida Beira Mar Norte, ele não imagina que esta ação pode ocasionar uma reação no manguezal de Ratones”, exemplifica Roberta Alencar, geógrafa e técnica ambiental do Instituto Carijós.

Estudos comprovam que inúmeras espécies que habitam a região costeira ingerem algum tipo de fragmento não degradável trazido pelas correntes. A mortandade entre as ameaçadas de extinção cresce a cada ano. Embarcações de pesca e de lazer despejam uma quantidade significativa de lixo no mar. O acúmulo de detritos causa danos também aos seres humanos. O setor turístico sofre restrições pelo impacto sobre o valor cênico e o potencial recreativo dos locais contaminados; o uso das águas para a navegação é prejudicado pelo enredamento de resíduos em hélices de embarcações; a saúde das pessoas é comprometida pela poluição e pelo surgimento de focos de doenças como a dengue. Pneus se transformam em depósitos de ovos do Aedes aegypti.

 

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