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De acordo com Janaína Furtado, pesquisadora do CEPED, o Plano Municipal de Redução de Riscos identificou na Resex do Pirajubaé diversas áreas de alto risco. “O local necessita de atenção no que se refere à proteção civil, à percepção de riscos e à minimização de desastres”, comenta. Janaína destaca que acidentes naturais só são considerados desastres quando afetam a comunidade humana, a qual, com frequência, estabelece relações inadequadas com o meio ambiente. “Precisamos rever nosso modo de vida, nossa ética e nossas práticas”, afirma.

O principal objetivo do Instituto Carijós com a realização do evento foi sensibilizar o público sobre as consequências do descaso com a natureza. Entre os problemas apontados estão enchentes provocadas pela má destinação do lixo e ocupações irregulares, que causam a diminuição da biodiversidade, a destruição das nascentes dos rios e a poluição das águas. A falta de uma ação preventiva gera riscos de desmoronamentos e disseminação de doenças pela falta de saneamento básico. “Ressaltamos para a plateia a existência da Unidade de Conservação (UC), a sua importância para a conservação da biodiversidade e a manutenção dos recursos naturais que servem de subsídio para as famílias que vivem da pesca e da coleta do berbigão, principal fonte de renda gerada pela Resex do Pirajubaé”, esclarece Lepre. O turismólogo relata que a maioria da comunidade desconhecia a existência da UC e as finalidades de sua criação.

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