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importante em estudos de comunidades marinhas e uma informação crucial para se determinar o número e o tamanho ideal de áreas marinhas protegidas para que se sustente a pesca de uma dada região.

Dividido em duas fases, o projeto é o primeiro no País a ser desenvolvido por meio do uso de marcadores moleculares (locus de microsatélites). Na primeira fase, laboratorial, houve o processamento do DNA dos animais. “Reunimos todo o material necessário para a obtenção da base de dados. Neste momento, estamos na fase de sua análise para posterior publicação”, diz Ana. A pesquisa conta com a participação de Sergio Ricardo Floeter, coordenador do projeto, e de Edmundo C. Grisard, que coordena a parte laboratorial.

As coletas ocorreram na Ilha do Arvoredo (fora da área de abrangência da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo), na Ilha do Campeche e no arquipélago Ilhas Moleques do Sul. Amostras foram colhidas no Rio de Janeiro, na Bahia e em Pernambuco para checar como são as relações entre populações da espécie em áreas diversas da costa do País. “A realização da pesquisa é fundamental para que possamos conhecer melhor a fauna marinha brasileira. Se soubermos como ocorrem as relações na natureza será possível conservarmos o meio”, comenta a bióloga.

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