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O corpo técnico do IC expôs o trabalho da ONG, incluindo sua missão, cujas palavras-chave são conservação da natureza e gestão participativa. O minicurso abordou ainda a legislação sobre as UCs, o exemplo do Projeto Multiplicadores do Anhatomirim – desenvolvido pelo IC –, os ecossistemas, o Código Florestal Brasileiro e o Protocolo de Kyoto.

A primeira atividade em grupo incluiu dinâmica de perguntas e respostas: Entre as questões estavam ‘O que é educação ambiental?’ e ‘Qual a importância das UCs?’. Flora Neves, estudante universitária de comunicação social, esclareceu que aprender sobre o meio ambiente não é entender apenas as relações entre o homem e a natureza, mas entre os próprios seres humanos. Flávia Martins, estagiária do IC, lembrou que só cuidamos daquilo que conhecemos.

Muitos dos participantes já conheciam o trabalho do IC. “Já visitei a ESEC Carijós e os projetos da ONG nos auxiliaram na construção do Grupo de Estudos Ambientais da Biologia (GEABio) da UFSC”, relata o estudante de biologia Cássio Marcon. Seu trabalho de conclusão de curso aborda tema relacionado a uma UC: o Parque Estadual da Serra do Tabuleiro. A professora Simone Defreyn, da Escola do Meio Ambiente, localizada em São José, também pretende se espelhar nas atividades da ONG. “Atuamos no Parque Ambiental dos Sabiás e a comunidade do entorno é pouco mobilizada. Queremos aprender com a experiência do IC.”

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