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O projeto é o primeiro no País a ser desenvolvido por meio do uso de marcadores moleculares (locus de microsatélites). As coletas ocorreram na Ilha do Arvoredo (fora da área de abrangência da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo), na Ilha do Campeche e no arquipélago Ilhas Moleques do Sul. Amostras foram colhidas no Rio de Janeiro, na Bahia e em Pernambuco para checar como são as relações entre populações da espécie em áreas diversas da costa brasileira.

Um dos resultados preliminares delimita que as populações do peixe Stegastes fuscus não apresentaram diferenças genéticas entre as localidades do sul, sudeste e nordeste nas quais foram realizadas as coletas. A espécie Stegastes trindadensis – considerada uma unidade evolutiva diferenciada – será incluída no trabalho. Este peixe habita a região da Cadeia de Vitoria-Trindade (ES), a qual está no mapa do IBAMA de áreas prioritárias para a conservação.

Laboratório de Biogeografia e Macroecologia Marinha (LBMM): www.lbmm.ufsc.br

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